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Mostrando postagens de março, 2018

O Dente-de-Leão e o Viva a Velhice

  A belíssima lenda do  dente-de leão e seus significados Segundo uma lenda irlandesa, o dente-de-leão é a morada das fadas, uma vez que elas eram livres para se movimentarem nos prados. Quando a Terra era habitada por gnomos, elfos e fadas, essas criaturas viviam livremente na natureza. A chegada do homem os forçou a se refugiar na floresta. Mas   as fadas   tinham roupas muito chamativas para conseguirem se camuflar em seus arredores. Por esta razão, elas foram forçadas a se tornarem dentes-de-leão. Comentário do Blog: A beleza  do dente-de-leão está na sua simplicidade. No convívio perene com a natureza, no quase mistério sutil e mágico da sua multiplicação. Por isso e por muito mais  é que elegi o dente-de-leão  como símbolo ou marca do Viva a Velhice. Imagem  Ervanária Palmeira   O dente-de-leão é uma planta perene, típica dos climas temperados, que espontaneamente cresce praticamente em todo o lugar: na beira de estrada, à beira de campos de cultivo, prados, planícies, colinas e

Dalí e Gala, que o amor possa ser velho

E se a velhice é uma construção de afetos, os velhos amores também precisam ser construídos. Dalí amou Gala. Amaram-se segundo suas próprias regras. Amaram-se até o final da vida um amor capaz de ultrapassar a existência. Mesmo sem saber para onde, meus passos eram firmes e as pegadas eram cravadas no chão ao som dos sinos que cantarolavam com emoção a minha existência. Foi uma bonita época vivida em uma das cidades mais encantadoras que já conheci. Ithaca fica ao Norte do Estado de Nova York e a Universidade de Cornell assemelha-se a um verdadeiro sonho. Foi lá que, em meio a bosques e cachoeiras comecei a construir o amor que desejo para a velhice. Da janela avista-se uma  igrejinha cujo badalar dos sinos causa comoção, já que memórias afetivas remetem a um tempo onde as torres do campus de uma universidade “dim dom lavam” diretamente nos corações. Naquela época, tudo era mágico e o amor verdadeiro passava a ser construído em minha vida. A juventude pulsava inquieta e as incertezas e

PREVENÇÃO DO ENVELHECIMENTO IMAGINÁRIO

Molière e o doente imaginário:  O dramaturgo francês considerou a questão da verdade e da mentira, no teatro e na vida real, ao criar seu mais famoso personagem, hipocondríaco e narcisista. Comentário do Blog:  " Sabe-se hoje em dia, por exemplo, que sintomas como a dor ou a rigidez apresentada por pacientes com Parkinson podem piorar simplesmente se as expectativas do paciente forem negativas, ou se eles tomarem uma substância inerte pensando que vai agravar seu estado. Um estudo recente mostra que mentir sobre seu estado de saúde, dizendo ser ele pior do que realmente é pode levar algumas pessoas a acreditar que estão doentes. Assim, fazer com que uma doença se instale efetivamente é um passo fácil de ser dado, em razão das defesas imunitárias e do passado médico de cada um." Este  texto é parte de um interessante artigo de  Sebastien Dieguez   , neuropsicólogo no centro hospitalar universitário Vaudois, em Lausanne, Suíça.  Pode ser lido na íntegra  clicando  aqui em  Moli