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Filmes e formas de ver a velhice

Comente sobre o filme que você assistiu, sua forma de analisar, a importância e o momento em que os filmes aconteceram. Você poderia registrar esse olhar? Muito agradecida, por fazê-lo.

Ontem postamos o artigo Os velhos que nos levou a percorrer o caminho histórico sobre a forma e formas de ver a velhice.
Hoje, mencionamos dois filmes e um seriado que, na década de 80, contribuiram para a mudança da visão negativa sobre a velhice. As mudanças foram sutis, mas o importante é que começaram.
Ainda temos um longo caminho. Por isso e para isso, eu e você estamos aqui.
Filmes:
Cocoon – 1985 “Embora possa ser demasiado sentimental para alguns, conto sobrenatural de Ron Howard da eterna juventude é suave e reconfortante, tocando em questões pungentes de idade no processo”, assim foi a opinião da crítica.
Uma forma de dizer: velho é consciente, ativo e participativo.



Conduzindo miss Daisy - 1989 Uma idosa (Tandy) e excêntrica judia é obrigada pelo filho (Aykroyd) a conviver com um motorista negro (Freeman), contratado para serví-la. De início ela recusa o novo empregado, mas aos poucos ele vai quebrando as barreiras sociais, culturais e raciais que existem entre eles e os dois acabam estabelecendo uma comovente relação de amizade, que dura mais de vinte anos. Jessica Tandy tinha 81 anos de idade quando recebeu o prêmio de melhor atriz, e foi a atriz mais idosa da história do Oscar a recebê-lo.
É interessante observar que estão presentes dois problemas socais: velho e negro.


Seriado:

 Assassinato por escrito - 1984  A história girava em torno da vida de uma professora de inglês chamada Jessica Fletcher, residente em Cabot Cove, que após se aposentar e ficar viúva do seu marido Frank, passou a escrever histórias de mistérios.
A personagem principal uma eficientíssima detetetive, profissão para homens jovens. 


 

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